1. Coleta e Pesagem Georreferenciada
Cada depósito é pesado, registrado com data e hora, e vinculado a um identificador único de usuário e ponto de coleta.
A mesma metodologia que sustenta os indicadores apresentados a parceiros institucionais também garante a segurança e a qualidade do composto entregue aos produtores rurais.
Cada depósito é pesado, registrado com data e hora, e vinculado a um identificador único de usuário e ponto de coleta.
Monitoramento de temperatura ao longo das fases mesofílica, termofílica e de maturação, até a estabilização do composto.
Análise físico-química antes da liberação, associando os parâmetros de qualidade ao lote de origem específico.
Toda a cadeia registrada em um histórico auditável, base dos relatórios ESG e do Selo Rota Verde.
Cada Smart Bin identifica o usuário no momento do depósito, associando-o ao seu perfil no app Rota Verde. Um sensor de carga mede a massa do resíduo depositado, e o sistema grava data, hora e localização do ponto de coleta antes de liberar o cashback correspondente. Esse é o primeiro elo da cadeia de rastreabilidade: sem ele, nenhuma etapa posterior teria origem verificável.
Depois de coletado, o material segue para a central de tratamento, onde passa por três fases de decomposição. Na fase mesofílica, microrganismos iniciam a quebra da matéria orgânica em temperaturas moderadas. Na fase termofílica, a temperatura se eleva de forma controlada, o que ajuda a reduzir patógenos e sementes de plantas invasoras presentes no material. Por fim, a fase de maturação estabiliza o composto, reduzindo gradualmente a temperatura até que o material esteja pronto para uso agrícola — um processo acompanhado por monitoramento periódico, não apenas pelo tempo decorrido.
Antes de qualquer lote ser liberado a um produtor, ele passa por análise físico-química que avalia parâmetros como umidade, pH e relação carbono/nitrogênio, além da verificação de ausência de contaminantes. O resultado dessa análise fica vinculado ao identificador do lote, de forma que qualquer questão de qualidade possa ser rastreada até sua origem exata — a Smart Bin, o intervalo de datas de coleta e o processo de tratamento que aquele material percorreu.
Todos os eventos das três etapas anteriores — coleta, tratamento e validação — ficam registrados em um histórico auditável dentro da plataforma BioTech. Esse histórico é a base de dois produtos distintos: os relatórios de sustentabilidade fornecidos a parceiros institucionais, e o resumo simplificado exibido ao consumidor final através do Selo Rota Verde, quando aplicado a um alimento cultivado com o composto.
Dashboards, APIs de rastreabilidade e relatórios prontos para auditoria.